quinta-feira, 23 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Por onde anda o meu Gato?
Pesquisa com 42 gatos, tanto de rua como de estimação, descobre a distância percorrida por eles.
O que os gatos fazem quando os donos não estão vendo, naquelas comuns caminhadas fora de casa? E os gatos de rua, até onde eles vão? Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, fizeram um estudo durante dois anos com 42 felinos adultos, equipados com um colar contendo transmissores de rádio, para responder a essas perguntas.
Para capturar os lugares favoritos e os hábitos dos gatos domésticos e dos de rua, os pesquisadores utilizaram um sofisticado dispositivo de rastreamento e a radiotelemetria, tecnologia que usa ondas de rádio para transmitir dados específicos, como identificar localização e direção.
O limite por onde os 42 gatos caminharam totalizou um espaço de 25 km². Como era esperado, na maioria dos casos, os gatos sem dono percorreram territórios maiores e eram mais ativos ao longo do ano do que os domésticos. Mas a distância alcançada por alguns daqueles animais surpreendeu até os pesquisadores.
Um gato macho vira-lata, por exemplo, percorreu sozinho um território de 5,5 km², o maior entre os analisados. Ele foi observado em diferentes lugares, urbanos e rurais, como em gramados residenciais e universitários, campos agrícolas, florestas, etc.
Já os gatos de estimação andaram distâncias menores e ficavam mais perto de casa. A área média percorrida por eles no estudo foi de 0,02 km². Ainda assim, os autores da pesquisa afirmaram que alguns donos ficaram surpresos ao saber que seus animais estavam indo tão longe.
O mapa abaixo mostra o local onde foi feito o estudo. A linha vermelha destaca o espaço percorrido pelo gato de rua do exemplo acima, e a mancha amarela mostra o contraste da distância caminhada por um gato doméstico. A linha preta limita o espaço total percorrido pelos gatos da pesquisa.
Em relação ao tempo de atividade, o estudo descobriu também que os animais domésticos estão altamente ativos em apenas 3% do seu tempo, enquanto os de rua usam 14% do dia para atividades menos preguiçosas, como correr, caminhar ou perseguir uma presa.

terça-feira, 31 de maio de 2011
Kirkaldyia deyrolli: Insecto aquático fotografado a comer tartaruga
O animal de 5,8cm de comprimento pertence à família Lethocerinae, ordem Hemiptera e sabia-se que se alimentava de peixes e rãs. O episódio, que ocorreu perto de um arrozal no Centro do Japão, apresenta-se como um caso pouco vulgar em que, em vez de presa de um réptil o insecto é seu predador.
Um cientista japonês relata no mais recente número da revista Entomological Science uma observação fora do vulgar em que um insecto, em vez de ser presa de um réptil, é seu predador.
Com efeito, Shin-ya Ohba assistiu a episódio em que um percevejo aquático gigante denominado Kirkaldyia deyrolli se alimentava de uma tartaruga-de-charco de Reeve numa vala anexa a um arrozal, no Centro do Japão.
O insecto, com 5,8cm de comprimento pertence à subfamília Lethocerinae da Ordem Heteroptera, que pode ser encontrada em lagos e ribeiros de águas lentas na América e na Ásia Oriental, onde se alimenta de pequenos vertebrados como peixes e rãs.
Trata-se de um animal predador que ataca as presas em movimento e que também já foi observado pelo mesmo investigador a ingerir cobras. Apesar de raros o cientistas defende que estes casos fazem questionar a tradicional dinâmica predador-presa de répteis e insectos aquáticos nos meios dulçaquícolas.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Cão tornou-se herói na caça a bin Laden

A identidade dos 80 elementos do comando americano que aterrou em Abbottabad, no Paquistão, e matou Osama bin Laden, no domingo, tem sido alvo de muita especulação, mas não tanta quanto a que existe em torno do único elemento de quatro patas, escreve o New York Times. Pouco se sabe sobre aquele que poderá ser o cão mais corajoso dos Estados Unidos. Até a sua raça é alvo de grande interesse, embora deva ser um Pastor Alemão ou um Malinois Belga, adiantam fontes militares.
A utilização de um canídeo naquela operação reflecte o aumento da dependência das forças militares relativamente ao uso de cães na guerra, onde engenhos explosivos improvisados foram responsáveis por dois terços dos incidentes. Os cães têm demonstrado que são muito mais eficientes do que as pessoas ou as máquinas na identificação de bombas.
O general David H. Petraeus, comandante das forças americanas no Afeganistão, disse, no ano passado, que o Exército precisava de mais cães. “As capacidades que eles têm não se assemelham às dos homens e das máquinas”, disse.
O major William Roberts, do Defense Departement's Military Working Dog Center, na base aérea do Texas, explicou que o cão utilizado no raid poderá ter procurado componentes explosivos e cheirado os puxadores das portas para detectar se alguém lhes tinha tocado. Com Saddam Hussein foi encontrado escondido num buraco estreito e escuro, no Iraque, a equipa do SEAL decidiram levar o cão no caso de bin Laden poder estar escondido numa divisão secreta construída no complexo habitacional onde foi morto. “Os cães são muito bons a detectar pessoas no interior das casas”, sublinha o mesmo oficial.
Outra das missões do cão seria a de capturar quem quer que tentasse fugir da casa nos primeiros momentos do ataque. Um Pastor Alemão ou um Malinois Belga corre duas vezes mais depressa do que uma pessoa. O sargento Kelly A. Myllot, responsável pela Base da Força Aérea de Langley, na Virgínia, considera que os cães são o meio ideal para capturar alguém que está a fugir sem ser necessário disparar na sua direcção. “Quando um cão vai atrás de um suspeito, ele está treinado para modê-lo e não o largar”, explicou.
Os cães podem também ser usados para controlar multidões, sobretudo no Médio Oriente. “Em alguns destes países, há uma aversão cultural aos cães”, refere o Major Roberts. “Os cães podem ser muito intimidatórios nessas situações”, acrescentou.
Fonte: Os Bichos
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Cientistas descobrem proteína que transforma abelha em rainha
As abelhas são divididas em rainhas (fertéis) e operárias (estéreis). A larva de abelha do sexo feminino, Apis mellifera, pode se tornar operária, a abelha comum, ou rainha – de corpo mais longo, evolução mais rápida e vida mais longa. A rainha põe ovos que originam as operárias e os zangões, ou abelhas macho. Só agora cientistas descobriram o fator responsável pela transformação de uma larva de abelha comum em rainha: a proteína 57-kDa, presente na geleia real.
Já se sabia que o que determina se a abelha fêmea vai se tornar operária ou rainha não são diferenças genéticas, mas o consumo da geleia real – alimento produzido pelas operárias e dado àquela que será rainha. Porém, o ingrediente que ativa o processo de desenvolvimento da abelha rainha ainda não era conhecido.
Um estudo, conduzido pelo pesquisador Masaki Kamakura, da Universidade de Toyama, no Japão, descobriu que a proteína 57-kDa ativa a enzima quinase p70 S6, responsável pelo aumento do tamanho do corpo da abelha, e aumenta a atividade da MAP quinase, que acelera seu desenvolvimento.
Para entender como a proteína funciona, a equipe de cientistas adicionou o ingrediente da geleia real à dieta de moscas da espécie Drosophila melanogaster. O experimento fez os insetos crescerem e produzirem mais ovos do que o normal, como a abelha rainha.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Fotógrafo mostra insetos bem de perto
O americano Thomas Shahan torna visível a beleza — e a esquisitice — microscópica de insetos com suas lentes de aumento
Às vezes, ele anda horas a fio sem encontrar nada interessante. Em outras, depara-se com um inseto surpreendente. Quando dá sorte, isso acontece dentro de sua própria casa, se um desses pequenos animais pousar sobre uma luminária de canto. Assim, imprevisivelmente, vive o músico, fotógrafo e ilustrador americano Thomas Shahan, praticante, por hobby, da macrofotografia. Com sua câmera Pentax K200D, ele caminha por parques, praças e ruas do estado de Oklahoma, nos Estados Unidos, onde vive, para capturar imagens de pequenos insetos com lentes que aumentam seus tamanhos de três a cinco vezes. “Quero compartilhar a beleza subvalorizada dos insetos com quem talvez nunca a tenha visto”, diz.
Os olhos da mosca Tanabus lineola, que mais parecem os óculos Amber Vision, ou o momento de refeição da mosca Holcocephala fusca são estranhos a nossa visão. Capturar momentos íntimos e detalhes estéticos desses microsseres exige paciência e destreza, o que Shahan ganhou depois de cinco anos correndo atrás de moscas, vespas e aranhas saltadoras — sem nunca ter sido pago para isso. “Já sei a posição e o movimento certo para o clique”, afirma. Ainda assim, 90% das imagens acabam indo para o lixo. “Mas os outros 10% são suficientes para nos surpreender”, diz. Descubra a excentricidade desses animais, que, aos nossos olhos, passa despercebida. “Se eu me comovi com algo fascinante, é provável que outros se comovam também.”
TABANUS LINELOA
Depois de anos tentando encontrar uma fêmea dessa espécie de mosca, Thomas fez esta foto em julho de 2010, em um parque na cidade de Bixby. Ele conta que a clicou de todos os ângulos imagináveis e que o bichinho — conhecido por se alimentar de sangue de vertebrados — não o picou. "Foi uma boa modelo"
PARAPHIDIPPUS AURANTIUS
Capaz de pular, em média, uma altura 50 vezes maior do que seu próprio tamanho, esta aranha adulta do sexo masculino foi clicada minutos antes de sua morte. O fotógrafo adverte: “Não tive nada a ver com isso”. A assassina foi uma fêmea da mesma espécie que apareceu no local, a reserva natural de Redbud Valley, próximo à cidade de Catoosa
MAEVIA INCLEMENS
Em junho de 2009, Shahan encontrou esta fêmea de aranha saltadora em uma luminária da varanda dos fundos de sua casa. Conseguiu tirar apenas nove fotos antes que ela pulasse e fugisse. O artrópode tem apenas cinco milímetros de comprimento, mas muitas cores nesse corpinho
HERMETIA ILLUCENS
O autor encontrou esta mosca debatendo-se na piscina em que ele nadava. Atraído pela cor dos olhos, não hesitou e a prendeu dentro de uma garrafa de energético vazia, enquanto ia buscar a câmera. Mas ela fugiu logo depois dos primeiros disparos
VESPULA SQUAMOSA
Certa manhã, shahan saiu à procura de aranhas saltadoras, como faz normalmente, e resolveu virar um pedaço de madeira que achou pelo caminho. encontrou esta vespa, conhecida como Yellowjacket Queen (Rainha da Jaqueta Amarela)
HOLCOCEPHALA FUSCA
Esta espécie de mosca é uma das mais ariscas. Shahan esperou horas para chegar ao clique. Conseguiu registrá-la em um ato íntimo: alimentando-se. Mas o que mais fascinou o fotógrafo e fez com que esta se tornasse uma de suas espécies favoritas foram os olhos alaranjados
sábado, 23 de abril de 2011
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