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sábado, 21 de abril de 2012

Raça ameaçada: Porco Alentejano em risco


O Porco Alentejano corre o risco de se tornar numa raça "muito ameaçada" a "curto prazo", com muitos produtores a abandonar o sector e o efectivo reprodutor a diminuir devido à "forte quebra" da rentabilidade da actividade. 

"Corremos o risco de chegar a um limiar de menos de cinco mil porcas e passar para a classificação de raça muito ameaçada", disse à agência Lusa o secretário-geral da Associação Nacional dos Criadores do Porco Alentejano, Pedro Bento.

O efectivo reprodutor de Porco Alentejano, reconhecido pelas suas pele preta, cabeça comprida e orelhas pequenas e pelo sabor suculento da carne, era de 12 mil porcas em 2007, mas tem vindo "a cair a uma velocidade muito grande".

Actualmente, o efectivo está perto das seis mil porcas e, "se não se aplicarem as medidas necessárias", chegará "rapidamente" às cinco mil e poderá mesmo ficar abaixo desta barreira, tonando-se uma raça "muito ameaçada", disse.

"Estamos a chegar a um limiar que pode por em causa populações futuras e a diversidade genética" da raça, avisou, explicando que a queda do efectivo deve-se à "elevadíssima" taxa de abandono da actividade.

Muitos produtores têm desistido de produzir Porco Alentejano, devido "à forte quebra da rentabilidade da actividade nos últimos quatro anos", provocada por "condições do mercado, que tem sido muito penalizador", lamentou.

Em causa, além da "crise de consumo", está a venda de carne, "de menor qualidade, que dizem ser porco preto" e não é regulamentada, nem protegida, como sendo Porco Alentejano, o que prejudica a venda de carne da raça suína alentejana de Denominação de Origem Protegida (DOP), explicou.


"Porco Alentejano é a designação da raça, mas o termo popular associado é porco preto", por isso a procura de Porco Alentejano tornou-se uma "oportunidade" para empresas que vendem "produtos que dizem ser porco preto e indexados a novos nomes de peças de carne", como secretos, contou.

Vende-se "gato por lebre", frisou, denunciando que "o chamado porco preto que invadiu o mercado não é Porco Alentejano", que é produzido no Alentejo à base de uma alimentação natural e "teve um crescimento apreciável em vendas até 2007".

A carne que se vende como sendo porco preto é "maioritariamente" de porcos brancos cruzados com Porco Alentejano, fabricados em unidades industriais intensivas e alimentados com farinhas, e grande parte vem de Espanha e a preços mais baratos, disse.

O Porco Alentejano "é único no mundo", mas "o problema" é que "está a ser substituído por um produto altamente barato, de qualidade inferior, que dizem ser porco preto, mas nada tem a ver, e não dá hipóteses de o Porco Alentejano chegar ao mercado", sobretudo a restaurantes e grandes superfícies, disse.

O "problema não se limita à raça", porque "se nada for feito" também estão "em causa" a continuidade da produção extensiva de porco alentejano, a ocupação dos montados, as pequenas agro-indústrias, os produtos qualificados de Porco Alentejano e a economia das zonas rurais do interior centro e sul, alertou.

Para resolver o problema, além de "medidas internas que o sector já está a desenvolver", Pedro Bento defendeu uma norma nacional para regulamentar a comercialização e o uso da designação porco preto e ajudas directas ao sector.

Fonte: Correio da Manhã/Wild Zoo



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

caranguejo Yeti cria a própria comida


Uma espécie de caranguejo de águas profundas cria sua comida no próprio corpo. O animal cria bactérias extremófilas a partir de suas patas.

O caranguejo Yeti, como é chamado, vive perto de depósitos de metano marinhos, na costa da Costa Rica, onde o composto e sulfureto de hidrogênio são formados a partir de rachaduras no piso oceânico. A bactéria se alimenta do metano, e o caranguejo da bactéria.

O caranguejo balança suas patas, movendo a água e alimentando as bactérias com oxigênio e sulfureto de hidrogênio. Ele então colhe a comida usando pinças da região bucal.

A espécie foi identificada por Andrew Thurber, um ecologista marinho da Universidade Estadual de Oregon, em Corvallis. As primeiras amostras do Yeti foram descobertas em 2005, perto da Ilha de Páscoa. Mas ela foi identificada apenas um ano depois, recebendo o nome científico Kiwa puravida, que significa “pura vida”.

A maior parte da alimentação do caranguejo parece vir dessas bactérias, e não, como na maioria dos outros crustáceos marinhos, de plânctons fotossintetizantes. Isótopos de carbono e ácidos graxos dos caranguejos parecem bater com aqueles da bactéria conversora de carbono, mais do que com plâncton. “Nós mostramos que essa espécie não está usando energia do sol como fonte principal”, comenta Thurber. “Está usando energia química do assoalho oceânico”.

Fonte: PopSci

domingo, 23 de outubro de 2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Racismo: Uma pequena foca é recusada por sua manada, por ser ruiva

Imagens engraçadas - Uma pequena foca é recusada por sua manada, por ser ruiva

Vejam só que judiação, o bichinho é tão feio que até é 'bunitinho'. O coitadinho parece um misto de foca, gato e cão e em vez de ter a pelagem cinza ou negra como a de seus semelhantes é marrom e tem os olhos azuis. A bichinha foi encontrada apartada do resto do bando, na ilha de Tyuleniy, na Rússia.



Os Gatos das Botas

Imagens engraçadas - Cada um na sua bota.

Jardim Zoológico dos EUA consegue criar duas lontra-gigantes

Editora Globo

Também conhecidas como lontras-gigantes, as ariranhas são extremamente raras nos Estados Unidos. Por isso, a equipe do zoológico de Los Angeles, na Califórnia, comemora o nascimento de dois filhotes na instituição.

Apenas cinco zoológicos dos EUA contam com ariranhas para exibição ao público. O animal, nativo da Amazônia, Pantanal, Orinoco (Venezuela e Colômbia), vive em rios e lagos dessas regiões e está ameaçado devido à caça e contaminação das águas. Estima-se que a espécie já esteja extinta em 80% de seu habitat original.

Esses filhotes nasceram em julho, mas ainda são mantidos longe do público e sob os cuidados da equipe do zoológico.

Editora Globo

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