Mostrar mensagens com a etiqueta Vídeo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vídeo. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Porco Herói, salva cabra de afogar-se
Um porco que vive num jardim zoológico americano tornou-se um verdadeiro herói depois de ter sido filmado a salvar uma cabra bebé de se afogar num lago.
Num vídeo, colocado no Youtube, vê-se o cabrito atrapalhado, a tentar manter a cabeça fora de água, depois de uma das patas ter ficado presa nas rochas do fundo do lago.
Em seguida, vê-se o porco a entrar na água, e empurrar a cabra bebé e a conduzi-la para um local seguro. O vídeo já foi visto por mais de dois milhões de pessoas, segundo o jornal britânico.
Fonte: Telegraph
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Tardigrada: Animal microscópico é mais resistente que super-heróis
O primeiro ser vivo a visitar o espaço não foi um cosmonauta, e sim um cachorro. Laika, uma Husky Siberiana, partiu para orbitar a Terra a bordo do Sputnik II, nave soviética lançada em 1957. Apesar de ter falecido na aventura, a cadela mostrou que os seres vivos podiam, sim, aguentar os efeitos da microgravidade.
A pioneira Laika, no entanto, ficou protegida na cápsula espacial. Os cientistas sempre assumiram que seria impossível um animal sobreviver exposto diretamente ao espaço. Essa façanha seria obtida apenas 50 anos depois da aventura de Laika, por um bichinho do qual nem todo mundo ouviu falar: a Tardigrada.
Na última segunda-feira, a Nasa mandou uma colônia deste pequeno animalzinho para fora do planeta, afim de estudar como um organismo pode manter a vida sob tais condições adversas.
“O animal mais resistente do mundo”
Este invejável título informal foi atribuído a Tardigrada não por acaso: também chamado de “urso d’água”, o bicho semelhante a um artrópode, cujo tamanho varia entre 0,3 e 0,5 milímetros, é pródigo em se adaptar a ambientes desfavoráveis.
A Tradigrada suporta temperaturas superiores a 150° C e inferiores a 200° C negativos, pressão equivalente a 6.000 mil vezes a atmosfera terrestre ou o vácuo absoluto, e radiação até mil vezes superior do que um ser humano pode receber.
Na Terra, a Tardigrada habita qualquer ambiente úmido em diferentes graus, desde o fundo dos mares tropicais até a neve no topo das geladas cordilheiras, a mais de 5.000 metros de altura. Havendo umidade, o animalzinho se adapta com facilidade ao ambiente. Não havendo, tem a capacidade de praticamente desligar seus processos biológicos, num estado de semimorte, mas sobrevive.
E este dispositivo é acionado quando a Tardigrada é exposta ao espaço. O metabolismo cai a 0,01% da sua intensidade original e a taxa de água no corpo é diminuída em cem vezes. Para sobreviver, ela se desidrata quase completamente. Em 2007, uma colônia de Tardigradas foi exposta ao espaço por dez dias, e todas voltaram vivas para contar a história: um marco.
A nova missão
O sucesso da sobrevivência das Tardigradas em 2007, em missão coordenada pela Agência Espacial Europeia, empolgou os cientistas.
Desta vez, é a Nasa que vai levar os “ursos d’água” para um passeio a bordo da nave Endeavour, que voou pela última vez em 2011.
Em sete diferentes experimentos, os pesquisadores pretendem testar a adaptabilidade biológica das Tardigradas no espaço, e descobrir mais precisamente quais são os processos celulares e moleculares envolvidos nas mudanças que o animal sofre para não morrer.
Embora elas tenham passado apenas dez dias no espaço na missão de 2007, cientistas calculam que uma Tardigrada poderia sobreviver durante anos sob os rigores de temperatura, pressão e vácuo total que o espaço oferece. Seria vital, portanto, entender como isso é possível.
sábado, 21 de abril de 2012
Raça ameaçada: Porco Alentejano em risco
O Porco Alentejano corre o risco de se tornar numa raça "muito ameaçada" a "curto prazo", com muitos produtores a abandonar o sector e o efectivo reprodutor a diminuir devido à "forte quebra" da rentabilidade da actividade.
"Corremos o risco de chegar a um limiar de menos de cinco mil porcas e passar para a classificação de raça muito ameaçada", disse à agência Lusa o secretário-geral da Associação Nacional dos Criadores do Porco Alentejano, Pedro Bento.
O efectivo reprodutor de Porco Alentejano, reconhecido pelas suas pele preta, cabeça comprida e orelhas pequenas e pelo sabor suculento da carne, era de 12 mil porcas em 2007, mas tem vindo "a cair a uma velocidade muito grande".
Actualmente, o efectivo está perto das seis mil porcas e, "se não se aplicarem as medidas necessárias", chegará "rapidamente" às cinco mil e poderá mesmo ficar abaixo desta barreira, tonando-se uma raça "muito ameaçada", disse.
"Estamos a chegar a um limiar que pode por em causa populações futuras e a diversidade genética" da raça, avisou, explicando que a queda do efectivo deve-se à "elevadíssima" taxa de abandono da actividade.
Muitos produtores têm desistido de produzir Porco Alentejano, devido "à forte quebra da rentabilidade da actividade nos últimos quatro anos", provocada por "condições do mercado, que tem sido muito penalizador", lamentou.
Em causa, além da "crise de consumo", está a venda de carne, "de menor qualidade, que dizem ser porco preto" e não é regulamentada, nem protegida, como sendo Porco Alentejano, o que prejudica a venda de carne da raça suína alentejana de Denominação de Origem Protegida (DOP), explicou.
"Porco Alentejano é a designação da raça, mas o termo popular associado é porco preto", por isso a procura de Porco Alentejano tornou-se uma "oportunidade" para empresas que vendem "produtos que dizem ser porco preto e indexados a novos nomes de peças de carne", como secretos, contou.
Vende-se "gato por lebre", frisou, denunciando que "o chamado porco preto que invadiu o mercado não é Porco Alentejano", que é produzido no Alentejo à base de uma alimentação natural e "teve um crescimento apreciável em vendas até 2007".
A carne que se vende como sendo porco preto é "maioritariamente" de porcos brancos cruzados com Porco Alentejano, fabricados em unidades industriais intensivas e alimentados com farinhas, e grande parte vem de Espanha e a preços mais baratos, disse.
O Porco Alentejano "é único no mundo", mas "o problema" é que "está a ser substituído por um produto altamente barato, de qualidade inferior, que dizem ser porco preto, mas nada tem a ver, e não dá hipóteses de o Porco Alentejano chegar ao mercado", sobretudo a restaurantes e grandes superfícies, disse.
O "problema não se limita à raça", porque "se nada for feito" também estão "em causa" a continuidade da produção extensiva de porco alentejano, a ocupação dos montados, as pequenas agro-indústrias, os produtos qualificados de Porco Alentejano e a economia das zonas rurais do interior centro e sul, alertou.
Para resolver o problema, além de "medidas internas que o sector já está a desenvolver", Pedro Bento defendeu uma norma nacional para regulamentar a comercialização e o uso da designação porco preto e ajudas directas ao sector.
Fonte: Correio da Manhã/Wild Zoo
sexta-feira, 16 de março de 2012
Morreu a cadela mais feia do mundo
Era feia, feia, feia. Não precisava de morrer, claro. Mas morreu, no sábado passado. Em vida, conquistou notariedade com o título de "Cão Mais Feio do Mundo", em 2011, apesar de ser uma cadela. Chamava-se Yoda e tinha 15 anos. Veja o vídeo.
Nos EUA tudo é possível. E um concurso anual destinado a escolher o cão mais feio do mundo também.
No ano passado, na cidade de Petaluma, nos Estado da Califórnia, Yoda lá apareceu toda vaidosa da insignificância dos seus 800 gramas de peso, pêlo desgrenhado o mais possível, patas quase carecas, um olho maior do que o outro e uma língua grossa e saliente. Ou seja, cheia de "qualidades" para, facilmente, arrecadar o título. Valeu-lhe, ainda, o facto de não ser de raça pura, mas um cruzamento de Chihuahua com rafeiro.
Para tornar tudo ainda mais trágico, Yoda tinha um passado difícil. Foi cadela abandonada e a sorte da sua vida foi ter sido encontrada na rua por Terry Schumacher, que a recolheu, apesar de, inicialmente, se ter assustado por ter tomado a cadela por uma ratazana.
Coroada em Junho passado entre 29 fealdades, Yoda pouco tempo teve para gozar os 1000 dólares (765 euros). Além de saudades, deixou para a sua dona o troféu que também conquistou, uma peça com 15 vezes mais o seu tamanho.
O presidente do júri do concurso anual de "Cão Mais Feio do Mundo" já fez saber que o título continuará a pertencer a Yoda até que, em Junho próximo, outro canino seja aclamado.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Bizarro: O gato "Janus" com duas caras é o mais velho do mundo
Frank e Louie é um gato cinzento com duas bocas, dois narizes e três olhos, e apesar do veterinário, no dia em que nasceu, não lhe ter dado mais que meia dúzia de dias, o gato acabou por completar a dúzia... de anos. Agora é o felino com síndrome de Janus mais velho do mundo, pois poucos deles sobrevivem até à idade adulta.
Um gato do Massachusetts, nos Estados Unidos, acaba de entrar para o livro do Guinness por ser o gato mais velho do mundo a sofrer de uma raríssima anomalia genética que causa uma duplicação facial. O síndrome é também conhecido como diprosopia.
Sara Wilcox, porta-voz do "Guinness World Records" (Livro dos Recordes), afirmou que é o "gato Janus que mais sobreviveu", referindo-se à designação que o zoólogo britânico Karl Shuker atribuiu à doença, inspirada no deus romano das transições.
Frank e Louie nasceu no dia 8 de Setembro de 1999. A expectativa de vida de um gato com duas caras não ultrapassa os seis dias. A anomalia acontece nos mamíferos e raramente sobrevivem. Os seres humanos também podem ser afectados.
Fonte: DN.PT
Fonte: DN.PT
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Nova espécie de golfinho descoberta na Austrália
Pesquisadores encontraram golfinhos no sudeste da Austrália que dizem se tratar de uma espécie previamente desconhecida.
Cerca de 150 golfinhos vivem em torno da área Melbourne, e até agora eram assumidos como sendo um dos golfinhos conhecidos.
Mas estudos de DNA e análise detalhada dos crânios em museus mostraram que as duas populações do local são, de fato, uma nova espécie.
A nova classificação se tornou Tursiops australis, com o nome comum de golfinhos Burrunan, derivado do aborígene australiano para “peixes grandes de mar do tipo boto”.
Pesquisas anteriores haviam mostrado que o DNA encontrado nos golfinhos difere dos conhecidosTursiops truncatus e Tursiops aduncus.
Mas, a fim de definir uma nova espécie, eram necessárias mais provas. Kate Charlton-Robb e seus colegas estudaram os crânios encontrados em um número de museus, bem como analisaram mais detalhadamente seu DNA, para mostrar que T. australis era claramente um animal diferente.
“Esta é uma descoberta incrivelmente fascinante, já que só houve três novas espécies de golfinhos formalmente descritas e reconhecidas desde o final de 1800”, disse Charlton-Robb.
Dada a seu endemismo a uma pequena região do mundo, com apenas duas pequenas populações residentes conhecidas, agora que foi declarada uma espécie separada, a população pode imediatamente se beneficiar dos critérios da Austrália para os animais em extinção.
“O reconhecimento formal desta nova espécie é de grande importância para gerenciar e protegê-la, e tem influência significativa sobre a priorização dos esforços de conservação”, afirmam os pesquisadores.
Fonte: hypescience
Fonte: hypescience
domingo, 11 de setembro de 2011
Alforreca, matando sua presa, um peixe
Não tem ossos. Não tem cérebro. E nem precisa. Tudo o que essa água-viva (Olindias formosa) necessita para conseguir prender sua presa é um tentáculo venenoso.
Medusas como a deste vídeo estão entre os mais simples animais multicelulares que têm músculos e nervos. Ainda assim, consegue capturar um peixe ao injetar veneno de células urticantes de seus tentáculos na presa. Como todas as águas-vivas, ela aumenta ou diminui de tamanho dependendo de sua ingestão de alimentos.
Fonte: Life'sLittleMysteries
Fonte: Life'sLittleMysteries
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
O momento em que macacos de laboratório veem a luz pela primeira vez na vida
Notem que parecem se abraçar como se estivessem comemorando que estão finalmente livres. A maioria dos 38 macacos passaram a vida toda atrás das grades e estão agora numa aldeia austríaca, sendo preparados para serem soltos no seu habitat natural.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Subscrever:
Comentários (Atom)

