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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Porco Herói, salva cabra de afogar-se
Um porco que vive num jardim zoológico americano tornou-se um verdadeiro herói depois de ter sido filmado a salvar uma cabra bebé de se afogar num lago.
Num vídeo, colocado no Youtube, vê-se o cabrito atrapalhado, a tentar manter a cabeça fora de água, depois de uma das patas ter ficado presa nas rochas do fundo do lago.
Em seguida, vê-se o porco a entrar na água, e empurrar a cabra bebé e a conduzi-la para um local seguro. O vídeo já foi visto por mais de dois milhões de pessoas, segundo o jornal britânico.
Fonte: Telegraph
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Investigação Este animal pode ter o segredo para prolongar a vida humana
Cientistas europeus estão a trabalhar para desvendar os genes dos ratos toupeiras. Sem pelos e com dentes compridos, o animal de aparência estranha pode ajudar a prolongar a vida humana.
Os investigadores da Universidade de Oxford estão a trabalhar para desvendar os genes dos ratos-toupeira. O animal de aparência exótica vive diferentes países africanos e utiliza os dentes compridos para conseguir escavar túneis.
Os animais são os únicos mamíferos de sangue frio do planeta e conhecidos pela sua resistência. Conseguem viver no deserto, comer plantas venenosas, sobreviver a um cancro e manter uma vida sexual ativa durante toda a sua longa existência.
Em entrevista ao jornal britânico The Sun, Jontahan Flint, um especialista em genética humana da Universidade de Oxford, explicou que atualmente, em média, o homem pode sobreviver até aos 90 anos. E accredita que estes ratos-toupeira possuem diversos segredos que podem contribuir para prolongar a vida humana.
Fonte: Visão
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Tardigrada: Animal microscópico é mais resistente que super-heróis
O primeiro ser vivo a visitar o espaço não foi um cosmonauta, e sim um cachorro. Laika, uma Husky Siberiana, partiu para orbitar a Terra a bordo do Sputnik II, nave soviética lançada em 1957. Apesar de ter falecido na aventura, a cadela mostrou que os seres vivos podiam, sim, aguentar os efeitos da microgravidade.
A pioneira Laika, no entanto, ficou protegida na cápsula espacial. Os cientistas sempre assumiram que seria impossível um animal sobreviver exposto diretamente ao espaço. Essa façanha seria obtida apenas 50 anos depois da aventura de Laika, por um bichinho do qual nem todo mundo ouviu falar: a Tardigrada.
Na última segunda-feira, a Nasa mandou uma colônia deste pequeno animalzinho para fora do planeta, afim de estudar como um organismo pode manter a vida sob tais condições adversas.
“O animal mais resistente do mundo”
Este invejável título informal foi atribuído a Tardigrada não por acaso: também chamado de “urso d’água”, o bicho semelhante a um artrópode, cujo tamanho varia entre 0,3 e 0,5 milímetros, é pródigo em se adaptar a ambientes desfavoráveis.
A Tradigrada suporta temperaturas superiores a 150° C e inferiores a 200° C negativos, pressão equivalente a 6.000 mil vezes a atmosfera terrestre ou o vácuo absoluto, e radiação até mil vezes superior do que um ser humano pode receber.
Na Terra, a Tardigrada habita qualquer ambiente úmido em diferentes graus, desde o fundo dos mares tropicais até a neve no topo das geladas cordilheiras, a mais de 5.000 metros de altura. Havendo umidade, o animalzinho se adapta com facilidade ao ambiente. Não havendo, tem a capacidade de praticamente desligar seus processos biológicos, num estado de semimorte, mas sobrevive.
E este dispositivo é acionado quando a Tardigrada é exposta ao espaço. O metabolismo cai a 0,01% da sua intensidade original e a taxa de água no corpo é diminuída em cem vezes. Para sobreviver, ela se desidrata quase completamente. Em 2007, uma colônia de Tardigradas foi exposta ao espaço por dez dias, e todas voltaram vivas para contar a história: um marco.
A nova missão
O sucesso da sobrevivência das Tardigradas em 2007, em missão coordenada pela Agência Espacial Europeia, empolgou os cientistas.
Desta vez, é a Nasa que vai levar os “ursos d’água” para um passeio a bordo da nave Endeavour, que voou pela última vez em 2011.
Em sete diferentes experimentos, os pesquisadores pretendem testar a adaptabilidade biológica das Tardigradas no espaço, e descobrir mais precisamente quais são os processos celulares e moleculares envolvidos nas mudanças que o animal sofre para não morrer.
Embora elas tenham passado apenas dez dias no espaço na missão de 2007, cientistas calculam que uma Tardigrada poderia sobreviver durante anos sob os rigores de temperatura, pressão e vácuo total que o espaço oferece. Seria vital, portanto, entender como isso é possível.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Corynopoma riisei: Peixe macho finge ser comida para atrair fêmeas
Um pequeno peixe macho tem no corpo um pedaço parecido com comida que usa como chamariz para atrair as fêmeas. Os cientistas descobriram, agora, que a forma deste chamariz muda consoante o tipo de alimento disponível. Natureza a quanto obrigas!
As fêmeas, atraídas pelo que pensam ser comida, mordem o pedúnculo e ficam expostas ao esperma do macho. O comportamento do macho da espécie Corynopoma riisei tem sido estudado pelos cientistas, que descobriram em laboratório que a forma do pedúnculo varia em função do tipo de alimentação das fêmeas.
Os investigadores criaram fêmeas alimentadas com formigas, às quais mostraram machos com ornamentos parecidos com formigas e outros com chamarizes parecidos besouros. As fêmeas preferiram sempre os machos com pedúnculos semelhantes a formigas, concluíram os cientistas.
"A principal descoberta consiste no facto de que as variações na alimentação da fêmea podem levar a mudanças no ornamento do macho, o que, por sua vez, pode levar à formação de novas espécies", afirmou Niclas Kolm, principal autor e biólogo evolutivo da Universidade de Uppsala, na Suécia. "É a primeira vez que tantas peças do quebra-cabeças foram reunidas."
Segundo o artigo publicado no Current Biology, o modo de comunicação destes peixes de água doce evolui de modo a reagir às condições do ambiente. O ornamento do macho muda para ficar parecido com o alimento mais frequentemente disponível, o que torna os machos com chamarizes parecidos com formigas mais propensos à reprodução.
Para que exista "variação" no tipo de chamariz usado pelos machos é preciso que a oferta de alimentos varie de acordo com a localização e seja uniforme ao longo do tempo. É também necessário que o contacto entre populações diferentes seja diminuto. Duas condições verificadas nos rios em que os Corynopoma riisei habitam, nas Ilhas Trindade.
"A principal descoberta consiste no facto de que as variações na alimentação da fêmea podem levar a mudanças no ornamento do macho, o que, por sua vez, pode levar à formação de novas espécies", afirmou Niclas Kolm, principal autor e biólogo evolutivo da Universidade de Uppsala, na Suécia. "Essa é a primeira vez que tantas peças do quebra-cabeças foram reunidas".
Fonte: Jornal de Noticias
segunda-feira, 11 de junho de 2012
"Rosita": Vaca clonada produz leite semelhante ao humano
Uma vaca clonada por cientistas argentinos com genes bovinos e humanos começou a produzir leite semelhante ao humano com o fim de contribuir na luta contra a mortalidade infantil, anunciou, esta segunda-feira, a universidade que dirige os estudos.
Investigadores argentinos da Universidade Nacional de San Martín (UNSAM) e do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA) incorporaram na "Isa", uma vaca clonada no ano passado, genes humanos que "codificam as proteínas presentes no leite humano, de alta importância para a nutrição dos lactentes", precisa um comunicado do centro de estudos.
São as proteínas lactoferrina e lisozima, incluídas no ADN da vaca, também conhecida como "Rosita".
"Esta é uma maneira de contribuir para a luta contra a mortalidade infantil, já que uma proteína permite evitar doenças infeciosas do aparelho digestivo e a outra assimilar ferro, ou seja, evitar a anemia nas crianças recém-nascidas", explicou o reitor da UNSAM, Carlos Ruta.
A investigação "não procura substituir o vínculo mãe-filho durante o aleitamento, pois está destinada àqueles lactentes que, por várias razões, não têm acesso ao leite das suas mães", explicou o investigador Germán Kaiser, do Grupo de Biotecnologia da Reprodução do INTA.
Os cientistas conseguiram assim incluir nesta vaca "bitransgénica" os genes humanos no genoma bovino, o que permitiu que as duas proteínas estejam presentes na glândula mamária durante o aleitamento, indicou a universidade.
"Isa", nascida em abril de 2011 no INTA, foi apresentada em junho do ano passado pela presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que assegurou que se converteria na "primeira vaca no mundo capaz de produzir leite maternizado".
A Argentina entrou no clube da clonagem destinada a criar vacas transgénicas com fins medicinais em agosto de 2002, quando nasceu "Pampa", fruto de uma clonagem realizada por especialistas do laboratório local Bio Sidus com o fim de obter leite bovino com a hormona de crescimento humano "hGH".
As descendentes de "Pampa", a primeira vitela clonada na América Latina, produzem leite de que se extrai essa hormona para produzir a menor custo os medicamentos para as crianças com deficiências de crescimento.
Nos últimos anos, cientistas argentinos clonaram cavalos e touros com o fim de obter exemplares de melhor rendimento.
Fonte: Jornal de Notícias
Fonte: Jornal de Notícias
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Cão salva macaco bebé de um tufão
O macaco, com apenas 23 centímetros, tem andado agarrado nas costas e barriga do cão 'Goma' e tornou-se o centro das atenções naquela província central do Japão, segundo o site 'G1'.
Fonte: Correio da Manhã
Fonte: Correio da Manhã
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
O momento em que macacos de laboratório veem a luz pela primeira vez na vida
Notem que parecem se abraçar como se estivessem comemorando que estão finalmente livres. A maioria dos 38 macacos passaram a vida toda atrás das grades e estão agora numa aldeia austríaca, sendo preparados para serem soltos no seu habitat natural.
sábado, 13 de agosto de 2011
Alarme Animal... Gansos de Guarda!
No nordeste brasileiro a última tecnologia em alarmes são… gansos! Isso mesmo, em uma penitenciária no Ceará o diretor da cadeia Wellington Picanço cuida de um casal de aves e as deixa vigiando os presos. Ao verem movimentos estranhos, os gansos fariam uma barulheira e os presos desistiriam de fugir ou de iniciar uma briga entre gangues.
A prisão, actualmente, tem 100 homens a mais do que foi construída para suportar.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Tarântula pode ter batimento duplo no coração
Pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia, encontraram evidências de que o coração das aranhas da espécie tarântula batem de forma dobrada – caso confirmado, será o primeiro caso desse tipo observado em todo mundo animal.
Para chegar a essa teoria, os pesquisadores submeteram uma tarântula a uma ressonância magnética - e registraram tudo em vídeo. “No vídeo você pode ver que o sangue flui pelo coração e parece que pode haver um batimento duplo, um tipo de contração muscular que nunca antes foi considerado”, disse Gavin Merrifield, um dos cientistas por trás do estudo, por meio de um comunicado à imprensa.
O vídeo da ressonância feita na tarântula:
Como conseguir fazer um exame deste tipo em um animal pequeno como a aranha? Os pesquisadores usaram um aparelho de ressonância magnética especialmente feito para camundongos, em Glasgow, Escócia, no Centro Experimental de Ressonância Magnética.
Merrifield explica que esse estudo pode ajudar a entender a história evolutiva: “Se pudermos fazer uma conexão entre os exames de ressonância magnética com o comportamento da aranha, e fazer os mesmo testes em outros animais vertebrados e cruzar os resultados, poderemos ver como a inteligência evoluiu”.
Fonte: Revista Galileu
Fonte: Revista Galileu
domingo, 31 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
Macaco: Mandril faz pedicure com um pau
O mandril seleccionou cuidadosamente o pequeno pau que queria utilizar para limpar as unhas.
Uma equipa de investigadores da Universidade de Durham filmou um mandril - uma das espécies de macacos mais antigas - a tratar de forma muito dedicada as suas unhas dos pés. O animal está no jardim zoológico de Chester e seleccionou cuidadosamente o pequeno pau que melhor servia às suas pretensões. Depois dedicou-se a uma pedicure.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
'Rafeira' com coração de ouro alimenta leitões
‘Julie’ é uma cadela, rafeira, mas que revela um ‘coração de ouro’, forte instinto maternal e principalmente não é nada ‘racista’.
A história é simples e passa-se em Piracicaba, no Brasil. ‘Julie’, a rafeira ou ‘vira-lata’ como por lá dizem, vive numa pequena fazenda, tem dois anos e há um mês sentiu o prazer da maternidade.
Por outro lado os três leitões, que nasceram numa fazenda vizinha, vieram ao ‘Mundo’ acompanhados por mais três irmãozinhos, só que a ‘porca’ que os deu à luz decidiu rejeitar os filhos que se viram assim impedidos de se alimentarem o que de resto levou mesmo à morte de três deles. É certo que o dono até lhes dava biberão mas a coisa não estava a correr nada bem, para os leitões entenda-se, porque pura e simplesmente se recusavam a beber o leite.
Tentando salvar a vida dos restantes, o dono da fazenda pediu ao vizinho que lhe emprestasse ‘Julie’ e foi remédio santo, que é como quem diz, mamada certa. Logo que a ‘pachorrenta’ rafeira se deitou, foi ver os jovens ‘leitões’ agarrarem-se às tetas da cadela e fazerem um verdadeiro ‘festim’.
Passada uma semana os leitões estão em boa forma e já se alimentam do leite colocado numa vasilha, mas o que é certo, é que sempre que ‘Julie’ se deita no chão lá partem eles, céleres, para mais uma sessão de ‘mama’.
Caso para dizer que estes leitões tiveram dupla sorte, no meio do azar de terem sido rejeitados pela mãe porca: terem dado com uma rafeira com bom coração e não terem nascido na Bairrada, porque caso contrário já estariam no forno.
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