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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Porco Herói, salva cabra de afogar-se


Um porco que vive num jardim zoológico americano tornou-se um verdadeiro herói depois de ter sido filmado a salvar uma cabra bebé de se afogar num lago.

Num vídeo, colocado no Youtube, vê-se o cabrito atrapalhado, a tentar manter a cabeça fora de água, depois de uma das patas ter ficado presa nas rochas do fundo do lago.

Em seguida, vê-se o porco a entrar na água, e empurrar a cabra bebé e a conduzi-la para um local seguro. O vídeo já foi visto por mais de dois milhões de pessoas, segundo o jornal britânico.


Fonte: Telegraph

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Investigação Este animal pode ter o segredo para prolongar a vida humana

Este animal pode ter o segredo para prolongar a vida humana

Cientistas europeus estão a trabalhar para desvendar os genes dos ratos toupeiras. Sem pelos e com dentes compridos, o animal de aparência estranha pode ajudar a prolongar a vida humana.

Os investigadores da Universidade de Oxford estão a trabalhar para desvendar os genes dos ratos-toupeira. O animal de aparência exótica vive diferentes países africanos e utiliza os dentes compridos para conseguir escavar túneis.

Os animais são os únicos mamíferos de sangue frio do planeta e conhecidos pela sua resistência. Conseguem viver no deserto, comer plantas venenosas, sobreviver a um cancro e manter uma vida sexual ativa durante toda a sua longa existência.

Em entrevista ao jornal britânico The Sun, Jontahan Flint, um especialista em genética humana da Universidade de Oxford, explicou que atualmente, em média, o homem pode sobreviver até aos 90 anos. E accredita que estes ratos-toupeira possuem diversos segredos que podem contribuir para prolongar a vida humana.

Fonte: Visão

segunda-feira, 11 de junho de 2012

"Rosita": Vaca clonada produz leite semelhante ao humano



Uma vaca clonada por cientistas argentinos com genes bovinos e humanos começou a produzir leite semelhante ao humano com o fim de contribuir na luta contra a mortalidade infantil, anunciou, esta segunda-feira, a universidade que dirige os estudos.

Investigadores argentinos da Universidade Nacional de San Martín (UNSAM) e do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA) incorporaram na "Isa", uma vaca clonada no ano passado, genes humanos que "codificam as proteínas presentes no leite humano, de alta importância para a nutrição dos lactentes", precisa um comunicado do centro de estudos.

São as proteínas lactoferrina e lisozima, incluídas no ADN da vaca, também conhecida como "Rosita".

"Esta é uma maneira de contribuir para a luta contra a mortalidade infantil, já que uma proteína permite evitar doenças infeciosas do aparelho digestivo e a outra assimilar ferro, ou seja, evitar a anemia nas crianças recém-nascidas", explicou o reitor da UNSAM, Carlos Ruta.

A investigação "não procura substituir o vínculo mãe-filho durante o aleitamento, pois está destinada àqueles lactentes que, por várias razões, não têm acesso ao leite das suas mães", explicou o investigador Germán Kaiser, do Grupo de Biotecnologia da Reprodução do INTA.

Os cientistas conseguiram assim incluir nesta vaca "bitransgénica" os genes humanos no genoma bovino, o que permitiu que as duas proteínas estejam presentes na glândula mamária durante o aleitamento, indicou a universidade.

"Isa", nascida em abril de 2011 no INTA, foi apresentada em junho do ano passado pela presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que assegurou que se converteria na "primeira vaca no mundo capaz de produzir leite maternizado".

A Argentina entrou no clube da clonagem destinada a criar vacas transgénicas com fins medicinais em agosto de 2002, quando nasceu "Pampa", fruto de uma clonagem realizada por especialistas do laboratório local Bio Sidus com o fim de obter leite bovino com a hormona de crescimento humano "hGH".

As descendentes de "Pampa", a primeira vitela clonada na América Latina, produzem leite de que se extrai essa hormona para produzir a menor custo os medicamentos para as crianças com deficiências de crescimento.

Nos últimos anos, cientistas argentinos clonaram cavalos e touros com o fim de obter exemplares de melhor rendimento.

Fonte: Jornal de Notícias

terça-feira, 24 de abril de 2012

China: Ovelha transgénica com gordura "boa" para o coração

Peng Peng, a ovelha geneticamente modificada

Cientistas chineses anunciaram hoje a criação de uma ovelha geneticamente modificada que tem no corpo gordura polinsaturada que normalmente só se encontra em peixes e verduras.

Para conseguir este animal, os cientistas clonaram uma ovelha mas no processo incluiram um gene retirado de um verme, noticia a Reuters.

O gene do verme da espécie 'Caenorhabditis elegans' foi inserido numa célula da orelha de uma ovelha adulta que depois foi usada para fertilizar um óvulo, colocado no útero de outra ovelha, onde foi gerado.

Daqui nasceu Peng Peng, no dia 26 de março, pesando 5,74 kg, num laboratório da cidade de Urumqi, oeste da China. "Está a crescer bem e está saudável, como uma ovelha normal", garantiu à Reuters Du Yutao, líder da equipa de investigadores do Instituto de Genética de Pequim.

A ideia, dizem os cientistas é criar animais cuja carne, por incluir um tipo de gordura mais saudável, ajude a combater os problemas cardíacos. Resta saber se o processo de manipulação genética não inclui outros efeitos secundários.

Fonte: DN.PT

sábado, 21 de abril de 2012

Raça ameaçada: Porco Alentejano em risco


O Porco Alentejano corre o risco de se tornar numa raça "muito ameaçada" a "curto prazo", com muitos produtores a abandonar o sector e o efectivo reprodutor a diminuir devido à "forte quebra" da rentabilidade da actividade. 

"Corremos o risco de chegar a um limiar de menos de cinco mil porcas e passar para a classificação de raça muito ameaçada", disse à agência Lusa o secretário-geral da Associação Nacional dos Criadores do Porco Alentejano, Pedro Bento.

O efectivo reprodutor de Porco Alentejano, reconhecido pelas suas pele preta, cabeça comprida e orelhas pequenas e pelo sabor suculento da carne, era de 12 mil porcas em 2007, mas tem vindo "a cair a uma velocidade muito grande".

Actualmente, o efectivo está perto das seis mil porcas e, "se não se aplicarem as medidas necessárias", chegará "rapidamente" às cinco mil e poderá mesmo ficar abaixo desta barreira, tonando-se uma raça "muito ameaçada", disse.

"Estamos a chegar a um limiar que pode por em causa populações futuras e a diversidade genética" da raça, avisou, explicando que a queda do efectivo deve-se à "elevadíssima" taxa de abandono da actividade.

Muitos produtores têm desistido de produzir Porco Alentejano, devido "à forte quebra da rentabilidade da actividade nos últimos quatro anos", provocada por "condições do mercado, que tem sido muito penalizador", lamentou.

Em causa, além da "crise de consumo", está a venda de carne, "de menor qualidade, que dizem ser porco preto" e não é regulamentada, nem protegida, como sendo Porco Alentejano, o que prejudica a venda de carne da raça suína alentejana de Denominação de Origem Protegida (DOP), explicou.


"Porco Alentejano é a designação da raça, mas o termo popular associado é porco preto", por isso a procura de Porco Alentejano tornou-se uma "oportunidade" para empresas que vendem "produtos que dizem ser porco preto e indexados a novos nomes de peças de carne", como secretos, contou.

Vende-se "gato por lebre", frisou, denunciando que "o chamado porco preto que invadiu o mercado não é Porco Alentejano", que é produzido no Alentejo à base de uma alimentação natural e "teve um crescimento apreciável em vendas até 2007".

A carne que se vende como sendo porco preto é "maioritariamente" de porcos brancos cruzados com Porco Alentejano, fabricados em unidades industriais intensivas e alimentados com farinhas, e grande parte vem de Espanha e a preços mais baratos, disse.

O Porco Alentejano "é único no mundo", mas "o problema" é que "está a ser substituído por um produto altamente barato, de qualidade inferior, que dizem ser porco preto, mas nada tem a ver, e não dá hipóteses de o Porco Alentejano chegar ao mercado", sobretudo a restaurantes e grandes superfícies, disse.

O "problema não se limita à raça", porque "se nada for feito" também estão "em causa" a continuidade da produção extensiva de porco alentejano, a ocupação dos montados, as pequenas agro-indústrias, os produtos qualificados de Porco Alentejano e a economia das zonas rurais do interior centro e sul, alertou.

Para resolver o problema, além de "medidas internas que o sector já está a desenvolver", Pedro Bento defendeu uma norma nacional para regulamentar a comercialização e o uso da designação porco preto e ajudas directas ao sector.

Fonte: Correio da Manhã/Wild Zoo



domingo, 9 de outubro de 2011

Morcegos possuem “super músculos”, vistos pela primeira vez em mamíferos


Segundo uma nova pesquisa, morcegos são capazes de localizar suas presas usando ecolocalização produzida por um tipo especial de “super músculo”.

Esta é a primeira vez que tais músculos são vistos em mamíferos, apesar de terem sido encontrados em cascavéis, alguns peixes e pássaros.

Estes músculos especialmente adaptados podem se contrair 100 vezes mais rápido do que a maioria dos músculos do corpo humano.

Morcegos usam a ecolocalização para navegar na escuridão total, bem como para capturar insetos voadores no ar.

A fim de identificar os insetos com suficiente precisão e velocidade para pegá-los antes que eles voem, os morcegos precisam fazer um monte de chamadas em rápida sucessão. Conforme o morcego se aproxima de seu alvo, a frequência das chamadas aumenta até cerca de 190 chamadas por segundo, criando o que é conhecido como “chamada terminal”.

Os pesquisadores dinamarqueses investigaram o quão rápido o zumbido terminal poderia ser. Eles descobriram que a frequência máxima do zumbido não foi limitada pelo tempo de retorno do eco, mas sim controlada pelos músculos da garganta do morcego.

Estes músculos se contraíam uma vez para produzir cada chamada, totalizando cerca de 200 contrações, ou uma a cada cinco milissegundos.

Tais contrações rápidas formam os “super músculos”, um tipo de músculo que antes só foi encontrado nos órgãos de som de cascavéis, peixes charrocos, e aves canoras.

Os super músculos vistos nesses morcegos podem contrair 100 vezes mais rápido do que a maioria dos músculos do corpo humano, e 20 vezes mais rápido que o mais rápido dos músculos que temos, os que controlam o movimento dos nossos olhos.

Músculos que podem contrair tão rapidamente precisam de células com adaptações especiais. A energia extra necessária para alimentar as células provém de uma densidade muito maior de mitocôndrias. Comparado com uma célula “normal”, as células super musculares têm 30% mais mitocôndrias.

Os músculos são rápidos, mas não fortes. A descoberta dos super músculos em morcegos de Daubenton é a primeira vez que tal fenômeno foi observado em mamíferos.

Os cientistas acreditam que todos os morcegos que produzem zumbido terminal tenham estes super músculos, mas sua presença em outros mamíferos deve ser limitada. Enquanto outros mamíferos também usam a ecolocalização, eles fazem isso apenas para navegação e localização, por isso não há necessidade de chamadas de alta frequência.

Segundo os pesquisadores, quando os morcegos evoluíram, cerca de 45 milhões de anos atrás, eles foram os primeiros animais a caçar à noite e evoluíram muito rapidamente.

A capacidade de voar veio primeiro, depois a ecolocalização, que lhes permitiu navegar, e depois a ecolocalização numa taxa muito elevada que lhes permitiu localizar e capturar insetos voadores que se movem de forma irregular.

Fonte: BBC

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Cão salva macaco bebé de um tufão

Um cão resgatou na semana passada um macaco-bebé no meio de um tufão na região de Tanabe (Japão) e não mais se separou dele. 

O macaco, com apenas 23 centímetros, tem andado agarrado nas costas e barriga do cão 'Goma' e tornou-se o centro das atenções naquela província central do Japão, segundo o site 'G1'.

Fonte: Correio da Manhã

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Racismo: Uma pequena foca é recusada por sua manada, por ser ruiva

Imagens engraçadas - Uma pequena foca é recusada por sua manada, por ser ruiva

Vejam só que judiação, o bichinho é tão feio que até é 'bunitinho'. O coitadinho parece um misto de foca, gato e cão e em vez de ter a pelagem cinza ou negra como a de seus semelhantes é marrom e tem os olhos azuis. A bichinha foi encontrada apartada do resto do bando, na ilha de Tyuleniy, na Rússia.



O Gato mais curto do mundo

Jardim Zoológico dos EUA consegue criar duas lontra-gigantes

Editora Globo

Também conhecidas como lontras-gigantes, as ariranhas são extremamente raras nos Estados Unidos. Por isso, a equipe do zoológico de Los Angeles, na Califórnia, comemora o nascimento de dois filhotes na instituição.

Apenas cinco zoológicos dos EUA contam com ariranhas para exibição ao público. O animal, nativo da Amazônia, Pantanal, Orinoco (Venezuela e Colômbia), vive em rios e lagos dessas regiões e está ameaçado devido à caça e contaminação das águas. Estima-se que a espécie já esteja extinta em 80% de seu habitat original.

Esses filhotes nasceram em julho, mas ainda são mantidos longe do público e sob os cuidados da equipe do zoológico.

Editora Globo

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Callicebus caquetensis: Novo macaco na Amazônia colombiana

Nova espécie de golfinho descoberta na Austrália


Pesquisadores encontraram golfinhos no sudeste da Austrália que dizem se tratar de uma espécie previamente desconhecida.

Cerca de 150 golfinhos vivem em torno da área Melbourne, e até agora eram assumidos como sendo um dos golfinhos conhecidos.

Mas estudos de DNA e análise detalhada dos crânios em museus mostraram que as duas populações do local são, de fato, uma nova espécie.

A nova classificação se tornou Tursiops australis, com o nome comum de golfinhos Burrunan, derivado do aborígene australiano para “peixes grandes de mar do tipo boto”.

Pesquisas anteriores haviam mostrado que o DNA encontrado nos golfinhos difere dos conhecidosTursiops truncatus e Tursiops aduncus.

Mas, a fim de definir uma nova espécie, eram necessárias mais provas. Kate Charlton-Robb e seus colegas estudaram os crânios encontrados em um número de museus, bem como analisaram mais detalhadamente seu DNA, para mostrar que T. australis era claramente um animal diferente.

“Esta é uma descoberta incrivelmente fascinante, já que só houve três novas espécies de golfinhos formalmente descritas e reconhecidas desde o final de 1800”, disse Charlton-Robb.

Dada a seu endemismo a uma pequena região do mundo, com apenas duas pequenas populações residentes conhecidas, agora que foi declarada uma espécie separada, a população pode imediatamente se beneficiar dos critérios da Austrália para os animais em extinção.

“O reconhecimento formal desta nova espécie é de grande importância para gerenciar e protegê-la, e tem influência significativa sobre a priorização dos esforços de conservação”, afirmam os pesquisadores.

Fonte: hypescience